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Brasília,20/05/2026

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Golpe do Pix usava páginas falsas de banco

Operação da Polícia Civil de Goiás prendeu 13 suspeitos e mira grupo acusado de movimentar mais de R$ 4,8 milhões com fraudes bancárias pela internet


Golpe do Pix usava páginas falsas de banco Grupo usava páginas falsas de bancos para roubar dados e aplicar golpes via Pix.

Uma operação da Polícia Civil de Goiás acendeu um alerta nacional sobre um tipo de fraude cada vez mais sofisticado: páginas falsas de bancos criadas para enganar clientes e aplicar golpes via Pix. O grupo investigado é suspeito de usar anúncios pagos em mecanismos de busca para colocar sites fraudulentos entre os primeiros resultados, simulando o ambiente de instituições financeiras legítimas.

Segundo as investigações, a vítima acessava a página falsa acreditando estar no site oficial do banco. Em seguida, informava dados pessoais, login, senha e, em alguns casos, validava QR Codes. Com essas informações, os criminosos conseguiam assumir o controle das contas e realizar transferências não autorizadas.

A operação resultou na prisão de 13 suspeitos e no cumprimento de mandados em Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão. A apuração aponta movimentação suspeita superior a R$ 4,8 milhões. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 1,9 milhão em bens e valores ligados aos investigados.

O caso mostra como o golpe deixou de depender apenas de mensagens suspeitas por WhatsApp ou e-mail. Agora, criminosos exploram a confiança do usuário nos resultados de busca. Por isso, especialistas em segurança digital recomendam atenção redobrada: bancos devem ser acessados pelo aplicativo oficial ou pelo endereço digitado manualmente no navegador, nunca por links patrocinados ou páginas desconhecidas.

A investigação também reforça a importância de conferir o domínio do site, desconfiar de pedidos de validação fora do aplicativo oficial e nunca informar senhas, tokens ou QR Codes em páginas abertas por links de busca. Em caso de movimentação suspeita, a orientação é acionar imediatamente o banco, registrar boletim de ocorrência e guardar comprovantes.

Os investigados podem responder por crimes como furto mediante fraude eletrônica, invasão de dispositivo informático, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O avanço das fraudes digitais coloca consumidores, bancos e autoridades diante de um desafio urgente: proteger o cidadão em um ambiente onde o golpe pode aparecer disfarçado de resultado confiável.




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