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Brasília,21/05/2026

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Celina sobe o tom e diz a Ibaneis | “Não sou mais vice”

Governadora diz que recebeu fala do ex-governador com serenidade, defende independência política e afirma que prioridade é enfrentar a crise no BRB e o rombo nas contas públicas do DF.


Celina sobe o tom e diz a Ibaneis | “Não sou mais vice” Celina diz que sucessão não é submissão e manda recado a Ibaneis

A governadora Celina Leão elevou o tom político nesta quarta-feira ao responder declarações do ex-governador Ibaneis Rocha nas redes sociais. Em uma fala direta, Celina afirmou que “sucessão nunca será submissão” e deixou claro que sua gestão terá identidade própria, mesmo reconhecendo o período em que atuou ao lado de Ibaneis como vice-governadora.

Segundo Celina, sua trajetória no Distrito Federal não começou agora. A governadora destacou que tem quatro mandatos pelo DF e afirmou que sempre manteve lealdade durante os momentos mais difíceis em que esteve ao lado do ex-governador. No entanto, ressaltou que a realidade política mudou.

“Hoje eu não sou mais vice-governadora, eu sou governadora”, afirmou.

A declaração marca um novo capítulo na relação entre Celina e Ibaneis, especialmente em meio ao ambiente pré-eleitoral e às pressões internas sobre o futuro do grupo político que governou o Distrito Federal nos últimos anos.

Celina afirmou que recebeu a fala de Ibaneis com serenidade, mas fez questão de diferenciar lealdade de submissão. Para a governadora, lealdade significa compromisso com princípios, verdade e responsabilidade pública, mesmo quando decisões difíceis desagradam aliados ou setores políticos.

A chefe do Executivo também citou dois pontos sensíveis herdados por sua gestão: a crise no BRB e um rombo bilionário nas contas públicas. Segundo ela, o governo tem trabalhado “dia e noite” para enfrentar os problemas e reorganizar a administração.

“Tem muitas pessoas preocupadas com a campanha. Eu estou preocupada em resolver os problemas do Distrito Federal”, declarou.

A fala reforça a tentativa de Celina de consolidar uma imagem de governadora com autonomia, foco administrativo e disposição para tomar decisões impopulares quando considerar necessário. Ao mesmo tempo, sinaliza que o governo pretende se afastar de disputas pessoais e concentrar sua narrativa em transparência, responsabilidade fiscal e cuidado com a população.

Celina também afirmou que seguirá “sem mágoa e sem revanchismo”, mas deixou claro que não abrirá mão de imprimir sua própria marca à gestão. Para ela, o Distrito Federal precisa avançar com verdade, espírito público e proximidade com quem mais precisa.

O recado político é evidente: Celina reconhece o passado ao lado de Ibaneis, mas afirma que o atual governo não será apenas uma continuidade automática. Será, nas palavras dela, “um novo governo”, com personalidade própria e foco nos interesses do Distrito Federal.




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